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Produção Nacional Faz Bem

Apoiar a produção nacional nas diversas areas possibilita melhorar o nosso nível de vida, basta cada um de nós fazer a sua parte

Produção Nacional Faz Bem

Apoiar a produção nacional nas diversas areas possibilita melhorar o nosso nível de vida, basta cada um de nós fazer a sua parte

18.Ago.17

Mundo dos Gelados Olá

 

A fábrica, localizada em Santa Iria da Azóia, produz um grande leque de gelados exclusivos para os mercados externos. Cerca de 50% da produção da fábrica da Olá em Portugal é para o mercado externo.

Nas nove linhas de produção, em funcionamento 24 horas por dia, produzem-se 18 mil cornettos por hora, alguns calippos, um solero e os gelados mais tradicionais que são vendidos em exclusivo em Portugal (Epá, Supermaxi e Perna de Pau). O resto das linhas produzem gelados para o mercado externo que não são vendidos em Portugal.
O produto mais exportado é o cornetto, já que a fábrica de Sta. Iria da Azóia é a que produz o melhor cornetto da Europa, eleito pelas seis unidades fabris europeias de gelados da Unilever.
 
"No total, vendem-se 10 milhões de cornettos de morango por ano, em Portugal, num total de 150 milhões de produtos vendidos. É o nosso "best seller", disse João Vale, director de marketing da Olá. A marca tem 62% de quota de mercado no consumo de gelados fora de casa e de 47% em casa.
 
Os gelados Olá fabricados em Portugal têm na embalagem código de barras iniciado por 560.

 

O Magnum de Amêndoas é o gelado mais vendido em Portugal, este é um dos gelados produzidos em Santa Iria da Azóia. Tal como os Calippo, Carrocel, Cornetto Chocolate, Cornetto Clássico, Cornetto Morango, Epá, Perna Pau, Feast, Fizz Limão, Super Maxi, Pingu, algumas Vienetta, entre outros.

No mesmo complexo industrial da Unilever Jerónimo Martins são produzidas as marcas Becel, Vaqueiro e Knorr.

As marcas Skip, Cif, Vasenol, Linic e Surf que eram produzidas na unidade industrial da Unilever Jerónimo Martins em Sacavém passaram a estar no mercado nacional mas passaram a ser fabricadas noutras fábricas europeias do grupo, em Portugal optou por concentrar-se na produção alimentar.

17.Ago.17

Já ouviu dizer que 560 indica que é Português?

Como verificar se um produto é português?
 
O Primeiro Passo: Verificar, o código de barras, verifique se começa por 560
 
O Segundo Passo: Verifique se na embalagem existe referência no que respeita à origem do produto, ou seja, "made in..."; "produzido por..." ou "fabricado em..."
 
 
NOTA: Algumas empresas portuguesas ou produtos portugueses possuem códigos de barras proprietários, o que significa que são produtos portugueses mas não têm o código 560, os códigos proprietários não têm 13 dígitos. Outra informação importante é que todos os códigos de barras dos produtos designados de marca branca dos supermercados e hipers nacionais (ex. Pingo Doce ou Continente) começam por 560, podendo o produto não ser fabricado em Portugal.
 
A melhor garantia para saber se um produto nacional é através da verificação das informações da embalagem do produto, o local de fabrico ou origem. 
  
Exemplo, dos modelos dos códigos de barras de formato padrão com 13 dígitos:

 

 foto:560adamastor

15.Ago.17

Escolha Leite Português

 Procure um destes simbolos nas embalagens de Leite:

Na elipse presente nas embalagens de Leite verifique as iniciais: P, PT ou Portugal correspondem ao nosso país.
 
Ao comprar Leite nacional está a ajudar os agricultores portugueses e ao mesmo tempo a adquirir um produto de qualidade. Contribuindo dessa forma para a economia nacional.
 
De referir que Portugal é auto-suficiente na produção de Leite mas continuar a importa leite ao estrangeiro, nomeadamente de Espanha, Alemanha, França e Polónia. Muito dos nossos produtores têm dificuldade em escoar a sua produção.

14.Ago.17

Diferença entre Marcas Portuguesas e Produtos Portugueses...

O Que São?

- Marcas portuguesas: são marcas nacionais com origem e quase sempre com produção no nosso país.

- Produtos portugueses: são fabricados em Portugal por marcas nacionais, multinacionais ou mesmo internacionais (exemplo automóveis produzidos na Autoeuropa, um móvel do IKEA produzido em Passos de Ferreira), mas são produtos feitos no nosso país, contribuindo para o nossa economia e para a manutenção de emprego.

12.Ago.17

Laranja do Algarve: A rainha da fruta de mesa

As laranjas doces foram trazidas da China para a Europa pelos portugueses, no século XVI, e Portugal produz mais de 239 mil toneladas por ano. A região algarvia, distinguida em 1994 com a Indicação Geográfica Protegida, é responsável por mais de metade da produção nacional e tem uma área de mais de 13 mil hectares.

A laranja é o segundo fruto mais consumido em Portugal, só ficando atrás da maçã. A exportação da Laranja do Algarve tem vindo a aumentar nos últimos anos, representando cerca de 30% da produção total. O sabor da nossa laranja evidencia-se bastante em relação às laranjas produzidas noutros países.
 
Nesta altura do ano uma das fruta da época é a Laranja que foi considerada uma das frutas que faz melhor à saúde, sendo bastante rica em Vitamina C. Sempre que for às compras tenha em atenção à origem da fruta, pois ao comprar fruta portuguesa está a comprar produtos com maior qualidade e mais sabor. A fruta nacional é considerada uma das melhores da Europa.

Em 2012 a Compal lançou o Compal Clássico Laranja do Algarve, concebido com laranja do Algarve, o néctar era para ser uma edição especial comemorativa dos 60 anos da marca, no entanto o êxito do néctar foi tanto que a marca decidiu continuar com este sabor no seu portefólio. Este ano devido à quebra na produção a marca deixou de ter o sabor presente nas prateleiras dos super e hipermercados, mas actualmente o sabor já se encontra disponível no mercado.


O sucesso deste sumo está no sabor único das laranjas do Algarve. “As laranjas acabadas de espremer são de imediato transformadas em néctar”, criando um produto com “sabor mais natural e fresco e aroma mais forte”.
Este néctar Compal é de fruta 100% nacional, colhida, transformada e embalada em Portugal.

11.Ago.17

O melhor chocolate da Europa é Português!!!

 

Na Feitoria do Cacao o processo do fabrico de chocolates vai desde o grão do cacau à tablete, este processo é feito de forma artesanal numa loja em Aveiro. A empresa começou a produzir em Dezembro de 2015 e desde aí têm arrecadado diversos prémios, o chocolate negro Costa Rica com 92% de cacau é o grande vencedor, ganhou a medalha de ouro, na categoria de chocolate com alta percentagem de cacau, no International Chocolate Awards 2017. Mas têm mais chocolates premiados como o chocolate de leite Tanzânia 60% com leite de ovelha conquistou o bronze, na categoria de chocolates de leite, no mesmo concurso e ainda ganhou uma estrela no Great Taste Awards 2017. No total já arrecadaram seis prémios internacionais, mas tudo indica que não vão ficar por aqui.


Tomoko Suga e Susana Tavares, as duas mentoras da Feitoria do Cacao estiveram em São Tomé e Príncipe em Julho de 2014, onde visitaram várias roças de cacau, foi nessa viagem que decidiram arrancar com o projecto. Actualmente, têm nove chocolates diferentes, mas prometem introduzir novos sabores em breve.

O chocolate é produzido diariamente, os produtos da Feitoria do Cacao podem ser encontrados em 19 pontos de vendas em Portugal, entre lojas gourmet e mercearias finas.

As exportações da marca rondam cerca de 80%, os principais mercados são o Japão, Espanha, Bélgica e Inglaterra. Os chocolates encontram-se, por exemplo, em Londres na Cocoa Runners, uma das lojas mais conceituadas do mundo. O negócio promete continuar de vento em poupa e as duas sócias e amigas já não têm mãos a medir às encomendas, durante esta semana tiveram várias vezes ruptura de stock na sua loja de Aveiro, mas não se preocupe que a produção vai de vento em poupa e será sempre reposta. Em Setembro poderá encomendar também através da loja online da marca que foi interrompida durante o Verão.

 

adaptado da reportagem da Noticias Magazine

11.Ago.17

Portugal Positivo: A Lusiaves vai criar 300 postos de trabalho nos concelhos mais afectados pelos incêndios

Foi assinado o protocolo entre a AICEP, a Lusiaves e os municípios de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos para um investimento de 60 milhões de euros na construção de unidades de produção avícola nos concelhos mais afetados pelos incêndios.

Este investimento do grupo Lusiaves vai permitir a criação de 300 postos de trabalho, cerca de 100 por município. Este investimento é importantissimo para a região, é de enaltecer a disponibilização imediata da Lusiaves para ajudar as zonas afectadas pela tragedia dos incêndios.

08.Ago.17

Portugal é o 4º maior exportador mundial de Azeite

Em 2016 Portugal exportou o valor de 434 milhões de euros em azeite, número avançado pelo secretário de Estado da Agricultura, Luís Vieira.

A produção de azeite quadruplicou nos últimos dez anos e as exportações triplicaram, permitindo atingir um excedente da balança comercial de 170 milhões de euros em 2016. Recorde-se que em 2008 o nosso país tinha um défice de 50 milhões de euros, ou seja, a produção nacional não era suficiente para cobrir o consumo interno, levando o nosso país a recorrer ao mercado internacional para suprir esse deficit.

No ano passado, Portugal passou a ser o sétimo produtor mundial e o quarto maior exportador; esta mudança de paradigma acontece graças à entrada em produção de novos olivais, sobretudo na região de Alqueva onde o aumento das áreas de regadio aliado ao investimento inovador e tecnológico dos novos pomares foram os grandes responsáveis pelo elevado aumento da produção. O Alentejo é responsável por 76% de todo o azeite produzido em território nacional.​​

Em 2020, a produção de azeite no nosso país poderá atingir 120 mil toneladas devido ao aumento de novos olivais; de referir que uma produção desta escala não se verificava desde os anos 50 do século passado.

​Quanto ao sector exportador o nosso país tem conseguido encontrar novas regiões geográficas interessadas na qualidade do azeite nacional, pois a crise do preço de petróleo (que abalou os dois maiores importadores de azeite nacional, Angola e Brasil) obrigou os produtores a encontrarem alternativas para o escoamento da produção.

O Brasil representa 30% das vendas da Gallo que exporta 75% da sua produção. Também o grupo Sovena (Oliveira da Serra e Andorinha) tem uma enorme expressão em terras de Vera Cruz com a sua marca Andorinha.

Ao que tudo indica a produção de azeite em Portugal vai continuar a aumentar pois as novas áreas de plantação vão crescer principalmente no Alentejo. No entanto, as perspetivas de crescimento mantém-se elevadas, pois o governo português anunciou um aumento de 47 mil hectares da área de regadio de Alqueva, investimento que vai permitir o aumento da área produtiva de olival e de outras culturas. 

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