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Produção Nacional Faz Bem

Apoiar a produção nacional nas diversas areas possibilita melhorar o nosso nível de vida, basta cada um de nós fazer a sua parte

Produção Nacional Faz Bem

Apoiar a produção nacional nas diversas areas possibilita melhorar o nosso nível de vida, basta cada um de nós fazer a sua parte

24.Ago.17

Vamos ser autossuficientes ao nível alimentar em 2020!!!

Esta nova geração está a apostar no regresso às terras, melhorando a imagem e a economia do país. A produção e exportação de azeite tem vindo a bater todos os recordes, somos um dos maiores produtores europeus de frutos vermelhos e o vinho nacional actualmente já é conhecido pela sua qualidade.Quando vamos a um super ou hipermercado podemos ter a ideia de que Portugal cada vez produz menos e que andamos a comer tudo importado, pois são uvas de Marrocos, Laranja Espanhola, Batatas francesas, maçãs do Brasil e do Chile, a percepção dos consumidores é bem diferente da real pois o nosso país nunca produziu tantos produtos agrícolas como hoje em dia.

 

 

A agricultura está a crescer a um ritmo maior do que o que a economia do paí­s, o defice alimentar está a ser reduzido, ou seja a diferenças entre o que consumimos e o que produzimos tem vindo a diminuir cerca de 400 a 500 milhões ao ano.

A taxa de cobertura dos bens alimentares já cobre 87% das compras ao exterior. Se tudo correr bem Portugal poderá tornar-se autossuficiente ao nível alimentar já em 2020, algo inédito na história recente do paí­s. Se esta tendência actual se mantiver em termos de investimento no sector alimentar, em 2027 teremos um excedente de 10%

O número de exportações agrícolas aumentou mais de 40% nos últimos seis anos, passando de 2,4 mil milhões de euros, em 2012, para 3,4 mil milhões de euros em 2016. No primeiro trimestre de 2017 as exportações de produtos alimentares cresceu 28,6%.

 

 

dados e foto da revista Visão

24.Ago.17

Maravilha Farms quer tornar-se no maior produtor europeu de frutos vermelhos

A Maravilha Farms, empresa agrícola de frutos vermelhos, com área produtiva em Odemira, no Litoral Alentejano, em Tavira, no Algarve, vai investir 19 milhões de euros nos próximos cinco anos para duplicar a actual área de produção. A empresa tem como ambição tornar-se no maior produtor europeu de pequenos frutos.

Actualmente a Maravilha Farms tem uma área de 150 hectares de produção de framboesa, amoras e mirtilos nos concelhos de Odemira e Tavira, com este investimento vai passar a ter 300 hectares de exploração. A facturação em 2016 foi de 19,5 milhões de euros, daqui a cinco anos espera atingir os 50 milhões de euros.

Praticamente toda a produção actual é para exportação para Alemanha, Reino Unido, Belgica, Irlanda, Holanda e Luxemburgo. No mercado interno ficam apenas 2% do total produtivo.

O concelho de Odemira tem condições ao longo de quase todo o ano para a produção de frutos vermelhos, mas a empresa está a estudar outras zonas do país para apostar na produção como é o caso da zona de Almeirim, no distrito de Santarém, e do Alqueva, no interior do Alentejo.

Em Portugal a Maravilha Farms emprega, atualmente cerca de 700 trabalhadores em Odemira e em Tavira, estimando nos próximos cinco anos precisar de mais 400 trabalhadores, além da mão-de-obra sazonal.

23.Ago.17

A Delta parte à conquista do Brasil com a Deltaexpresso!!!

 

 O Café Delta está a ser servido no Brasil com grande sucesso, a empresa está presente em mais de 60 cafetarias Deltaexpresso, uma parceria com a Eurobrasil. Na rede de lojas estão presentes as marcas Delta Cafés e a Delta Q (cápsulas), permitindo ao fabricante português crescer no mercado brasileiro, onde está presente nestes moldes desde 2004. No que respeita a lojas próprias já tem duas em território brasileiro, encontra-se ainda em 200 supermercados, 300 restaurantes e lojas de electrodomésticos. 

A rede de lojas já está presente em 14 estados brasileiros, entre os quais Recife, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, São Paulo e Fortaleza. O mercado brasileiro é um mercado estratégico para a marca de cafés nacional, uma aposta que se tem revelado um sucesso, tornando-se uma referência no Brasil na comercialização de café. 

A rede Deltaexpresso é um novo conceito de negócio para o mundo do café no Brasil. O seu modelo de Coffee Convenience Store, agrega diversos negócios dentro de um só, pois além de ser uma coffee shop e loja de conveniência, o ponto de venda também oferece máquinas e acessórios destinados à preparação e ao consumo de café. O menu dispõe de 24 variedades, desde o Expresso, todos feitos com o café da marca Portuguesa Delta Cafés ou a linha de conveniência DeltaQ. A rede tem um enorme cuidado com as bebidas feitas à base de café desde o popular cappuccinos nas versões quente ou gelada, dispõe ainda de Frozens, Milk-Shakes, Chocolate quente e chás, entre outros, tudo conjugado com uma pastelaria variada, desde doces, salgados, crepes e sandes. 

 

A Delta está presente em 35 países através de uma rede de distribuição e de forma directa em Espanha, Angola, França, Luxemburgo e Brasil. Em 2014 chegou à rede de grande distribuição em França através das lojas E-Leclerc. Em 2012 mudou de imagem, uniformizando a mesma nos diversos mercados onde está presente. O mercado angolano é um dos mercados onde a Delta mais cresce, sendo o segundo mais importante ao nível das exportações, sendo o espanhol o principal cliente internacional do grupo. 

 

A Delta tem mais de 3000 trabalhadores, produzindo anualmente mais de 20 milhões de toneladas de café, tendo vendas na ordem dos 300 milhões de euros por ano.

 

 

Em 2015 investiu numa fábrica para montagem de uma nova máquina de café profissional para a restauração, a primeira a ser desenvolvida em Portugal. Até essa data todas as máquinas do grupo eram importadas de Itália, agora com esta nova unidade passou a produzir 4200 máquinas anualmente. Já este ano lançou uma máquina de cápsulas a Mayor Q, para o sector da hotelaria e restauração, sendo eficiente em termos energéticos onde é possível poupar entre 50% a 60%. 

 

A nova máquina foi exclusivamente desenhada e produzida pelo Grupo Nabeiro, permitindo a criação de diversos postos de trabalho nas várias empresas fornecedoras de componentes que são na sua grande maioria portuguesas. Anualmente vão ser produzidas 500 máquinas Mayor Q, tendo como destino o mercado interno mas também com o enfoque das exportações, o Brasil será aqui uma grande aposta. 

 

O futuro das exportações da Delta parece ser promissor, a inovação e a qualidade têm permitido à empresa de Campo Maior um crescimento contínuo, o mercado externo representa 10% do volume total de facturação da empresa, mas deverá continuar a ganhar peso nos próximos anos.

 

 

 

 

 

 

23.Ago.17

Vitacress continua a crescer e a inovar

A produtora de produtos frescos embalados, a Vitacress exporta 35% da produção nacional para vários países da Europa e África. A empresa está localizada em Odemira, Alentejo, explora uma área total de produção de 280 hectares, aos quais se juntam 15 hectares de túneis e 13 hectares de estufas. Em 2016 bateu o recorde de vendas ao atingir um volume de negócio superior a 25 milhões, um aumento de 8% face a 2015.

 
A empresa produz anualmente cinco mil toneladas de saladas, das quais embala 15,6 milhões de sacos, além de 3,3 milhões de molhos de ervas aromáticas e 1.200 toneladas de batatas.

 
Para além da exploração em Odemira, a Vitacress conta ainda com uma quinta em Almancil, no Algarve, dedicada à produção de agrião de água, e com unidades de produção de tomate biológico, em Alcochete e em San Martin (Espanha). Em Portugal emprega 360 trabalhadores.

Além das saladas prontas a consumir, a Vitacress entrou no negócio dos sumos de fruta e vegetais, mas ainda está “a aprender”. O negócio das ervas aromáticas pesa cerca de 7% das vendas ibéricas, o mesmo que já representa a gama biológica que está a cresce muito.

 

Novidades


A Vitacress mudou recentemente o tipo de embalagem dos tradicionais molhos de ervas aromáticas, para um formato embalado em cuvete. Esta mudança permite que o produto possa chegar ao consumidor em melhores condições de conservação, pois reduz o risco de deterioração causado pelo manuseamento na loja, e, ao mesmo tempo, preserva a qualidade e frescura das ervas aromáticas.

Outra das novidades é a gama Vitacress Minute, gama de Saladas completas em couvete, com garfo e tempero, que se apresenta num formato prático, pronto a ser consumido em qualquer lugar, e oferece cinco propostas diferentes: Suprema, Americana, Vegan, Leve e Horta. A inovação desta gama passa por todos os ingredientes não vegetais serem embalados em recipientes separados para se potenciar uma maior frescura e qualidade.

 

23.Ago.17

8% do emprego na indústria têxtil e do vestuário europeia é em Portugal!!!

Em 2016, já tinha sido o melhor ano dos últimos 14 anos, mas a tendência de crescimento do primeiro semestre de 2017 (4,9%) promete um recorde absoluto para o sector que se conseguiu adaptar às alterações do mercado numa altura em que muita gente acreditava que o sector tinha os dias contados no nosso país. Mas aposta no design, na moda, na inovação tecnológica, na criação de valor acrescentado, mas também em pequenas séries, resposta rápida, flexibilidade, logística, permitiu ao sector não só sobreviver com atingir o seu máximo de vendas já este ano.

Os números da industria têxtil:

Duas a seis semanas é o tempo de resposta entre a colocação da encomenda e a sua entrega para a indústria têxtil nacional, sendo este o lead time mais curto do mundo.


O volume de negócios da indústria têxtil e do vestuário em 2016, foi de 7,2 mil milhões de euros o que representou um crescimento homólogo de 5,7%.


O valor das exportações da indústria têxtil e do vestuário em 2016 foi de 5,063 mil milhões de euros. Os valores de 2017 são excelentes, estando em aberto a possibilidade do sector bater o seu recorde absoluto, registado em 2001 com 5,073 mil milhões de euros. O sector vale 10% das exportações nacionais e 3% das exportações europeias do sector.


Foi o saldo da balança comercial foi muito positivo atingindo 1,151 mil milhões de euros.

Em Portugal existem mais de 11 mil empresas deste sector que empregam 134 mil trabalhadores.

8% do emprego da indústria têxtil e do vestuário europeia está em Portugal. E, no país, a fileira representa 20% do emprego da indústria transformadora.

Espanha tem um peso de 35% nas exportações portuguesas de têxteis e vestuário, em segundo lugar está a França com 12%, em 3º a Alemanha com 9%, o Reino Unido é quarto com 8% e os Estados Unidos são o quinto maior cliente com 5%

 

adaptado de expresso.pt

22.Ago.17

Manteiga de Amêndoa do Algarve: A Nutural aproveita o melhor que o Algarve tem.

Tudo começou quando Miguel Rodrigues um apaixonado pela vida saudável decidiu aproveitar o melhor que o Algarve tem, criando valor acrescentado. Foi assim que teve a ideia de transformar a amêndoa do Algarve em manteiga de amêndoa. 

As manteigas são 100% naturais feitas com amêndoas cuidadosamente selecionadas na região do Algarve, conservando o intenso sabor tipicamente conhecido da amêndoa algarvia.

Actualmente a marca Nutural tem três variedades: manteiga cremosa, manteiga crocante e manteiga de amêndoa, figo e canela. Todos os produtos são sem glúten, lactose, óleos ou açúcares adicionados. Para além das manteigas de amêndoa, a marca também tem barras de cereais.

 

A Nutural promete ter novos produtos muito em breve.

22.Ago.17

"O que é Nacional é bom"...desde 1849

"O que é Nacional é bom" foi este o slogan da marca utilizado nos anos 80, ainda hoje é recordado pelos portugueses.

 

A marca que já conta com 168 anos de história produz farinhas, massas, bolachas e cereais de pequeno almoço. No final de 2016 a marca decidiu fazer um "rebrading", alterando o logotipo e as embalagens, trazendo modernidade por forma a aproximar a empresa dos consumidores.

 

Em 1999 a Nacional foi adquirida pelo grupo Cerealis, o que permitiu avanços na modernização das fábricas e uma maior aposta ao nível da exportação. A inovação está sempre presente principalmente nos últimos 15 anos. A Nacional foi a primeira empresa portuguesa a lançar farinha para fazer pão em casa. Recentemente foi lançada uma farinha culinária sem glúten, uma lasanha em formato 400g e bolachas passitas (com passas e 50% cereais). Os novos lançamentos não ficam por aqui e a empresa promete várias novidades este ano.

 

No que respeita a quota de mercado a Nacional é a segunda marca mais vendida de massas (Milaneza é líder). Nos cereais de pequeno almoço o crescimento tem sido constante e hoje detém 5% de quota de mercado, sendo das marcas com mais dinâmica do mercado. Na categoria das bolachas o crescimento tem sido elevado cerca de 40% ao ano em valor.

 

B.I.

Fundação: 1849

Origem: Maia

Nº de Colaboradores: 670

Facturação: 200 milhões de euros (total do grupo Cerealis)

Peso das exportações: 30% tendo como principais mercados os países lusofónos.

 

22.Ago.17

Pêra Rocha: A Campanha de 2017 já começou

 Em 1836, com origem numa árvore obtida por semente ocasional, foi identificada uma pereira diferente, na propriedade "terra da Rocha" de Pedro António Rocha, situada no concelho de Sintra, mais precisamente na Ribeira de Sintra cujos frutos eram de uma qualidade invulgar, nasceu assim a pêra-rocha. Presentemente a sua produção encontra-se abrangida por uma Denominação de Origem Protegida e fica situada na região do Oeste, pelo que passou a ter o nome de pêra-rocha-do-oeste. No Brasil é conhecida como pêra-portuguesa.

Em Portugal são produzidos cerca de 220 mil toneladas de pêra rocha e exporta 60% da sua produção. A campanha deste ano está no início e prolonga-se por três semanas de trabalho intenso.

Na região há mais de 20 organizações de produtores e alguns produtores com os centros de recolha e a máquina comercial montada, dado a sua dimensão. A pera-rocha tem qualidade e atributos diferentes que a colocam com um produto de elevado potencial exportador. Tem uma capacidade de conservação ao frio e de resistência, o que lhe dá grandes vantagens competitivas. É possivel ter o fruto em optimas condições passados 8 a 9 meses da apanha, o que permite embalar a fruta e despacha-la para paragens mais longínquas como o Brasil.

A área de pomar tem vindo a aumentar de ano para ano, permitindo aumentar a produção. O Brasil é o principal mercado de exportação, mas a Inglaterra, França, Alemanha e Marrocos também têm uma boa quota de exportações. O objectivo é continuar a aumentar as exportações não descurando o mercado nacional que absorve 40% da produção.

A procura de novos mercados e destinos é novo desafio pois com a instalação de novos pomares, cada vez há mais produção, desta e de outras frutas. Os EUA, a Jordânia e o México, devem ser os próximos mercados a terem a nossa pêra-rocha.  

No entanto não é apenas na região Oeste que se produz este fruto, na zona de Mangualde, Moimenta da Beira, Ferreira do Zêzere, até ao Alentejo tem apostado nesta cultura. Mas nossas condições climatéricas da região Oeste faz com que seja a maior zona de produção e com qualidades acrescidas.

Este ano a produção deve andar na ordem das 200 a 230 mil toneladas. A campanha necessita de muita mão de obra pois, é um fruto colhido à mão, não é possível a mecanização da apanha.

22.Ago.17

Herdade Vale da Rosa produz 6000 mil toneladas de uva de mesa

A Herdade Vale da Rosa é o maior produtor de uva de mesa em Portugal está situada na zona Sul de Portugal, numa região extraordinária para a produção de fruta, em pleno coração do Baixo Alentejo, a cerca de 3 Km de Ferreira do Alentejo e a 20 Km de Beja. Actualmente é uma das mais modernas empresas agrícolas de Portugal. 

 

Vale da Rosa é uma empresa que se dedica à produção de uvas de mesa de alta qualidade, destinadas ao abastecimento do mercado interno, em todas as suas vertentes, e ao mercado de exportação, uma área que se tem vindo a revelar muito promissor, valendo cerca de 35% do total da produção, sendo a Europa, Angola e a China os principais mercados. Recentemente as uvas de mesa Vale da Rosa chegaram ao Brasil, o maior mercado da América do Sul.

 

Produz uvas de mesa com vinhas totalmente cobertas, no sistema Pérgola, em cerca de 250 hectares das melhores terras alentejanas, onde se produzem cerca de 6.000 toneladas. Nos últimos anos a grande aposta passou a ser a Crimson e a Sugraone, duas variedades de uvas sem grainhas.

 

Trabalham na empresa cerca de 600 vindimadores colhem os cachos de uvas que segundo o administrador da Herdade Vale da Rosa, António Silvestre Ferreira, "apresentam uma qualidade excepcional, permitindo que as operações feitas até ao momento tenham superado as expectativas".

 

O crescimento da empresa tem sido notável, tem sido um investimento contínuo, o que se comprova pelo facto da área ser actualmente 250 hectares, enquanto que há 10 anos era de cerca de 100 hectares. A par da produção, Vale da Rosa tem investido também em infraestruturas de frio para permitir responder ao crescente aumento das exportações.

No actual contexto do programa Portugal 2020, vão ser investidos 2,7 milhões de euros, prevendo-se a plantação de 18 novos hectares e a reconversão de 6,5 hectares de vinha mais antiga. As novas plantações vão ser apenas para produção de uvas sem grainha.