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Produção Nacional Faz Bem

Apoiar a produção nacional nas diversas areas possibilita melhorar o nosso nível de vida, basta cada um de nós fazer a sua parte

Produção Nacional Faz Bem

Apoiar a produção nacional nas diversas areas possibilita melhorar o nosso nível de vida, basta cada um de nós fazer a sua parte

06.Ago.17

Campanha do Mirtilo: Precisam-se de 15 mil colaboradores

 

A produção do mirtilo em Portugal não pára de aumentar e vão ser necessárias 15 mil pessoas para o pico da campanha que decorre entre Maio e Setembro.​

O nosso país tem neste momento cerca de 1000 hectares desta cultura. As regiões mais conhecidas pela produção deste fruto são Sever do Vouga e Idanha-a-Nova, no entanto esta cultura tem vindo a conquistar outras regiões do país como é o caso do Alentejo e Viseu.

06.Ago.17

Pleno: O bem-estar em estado liquido!!!

 

A marca Pleno nasceu em 2001, apresentando as surpreendentes infusões de chás e ervas sempre com um apontamento de sumo de limão.

Novas receitas resultam em novas opções de escolha, mas a natureza continua a ser a inspiração.

Pleno é uma marca de bebidas de bem-estar, inovadora, com propostas nutricionais credíveis, pela utilização de ingredientes naturalmente saudáveis. A sua missão passa por proporcionar benefícios que respondam às necessidades concretas de equilíbrio e bem-estar, para que a vida seja uma experiência em pleno, física e mentalmente.
 
Pleno criou novas categoria de bebidas que resultam da fusão de universos aparentemente distintos – da união entre o universo da água e o universo dos chás, surgem as Tisanas.
 
Num mercado onde as categorias estão bastante tipificadas, o conceito Tisanas rapidamente foi enquadrado no segmento ice-teas, chá gelados. Apesar das suas características serem bastante diferentes das restantes propostas deste mercado, Pleno rapidamente se afirmou como 2ª marca do segmento, posição que continua a ocupar, aproximando-se cada vez mais do líder.
 
Cada linha de produtos oferece uma proposta de bem-estar diferente e que se adapta a diferentes necessidades, decorrentes de diferentes estados físicos, diferentes estados de espírito, diferentes momentos. 
 


Pleno Tisanas
 
Tisanas são infusões naturais, que aliam a pureza da água de nascente aos benefícios dos chás e ervas medicinais. Pleno Tisanas são infusões muito suaves e naturais, de baixo teor calórico, que transformam a necessidade de ingerir líquidos em momentos de refrescante prazer.

 

Pleno Tisanas estão disponíveis nas variedades:
 - Camomila e Limã

 - Romã e Camomila

 - Chá Preto Earl Grey, Ginseng e Limão
 - Cidreira, Tília, Camomila e Limão
 - Chá Verde e Limão
 - Chá Verde e Limão Light
 - Chá Vermelho Rooibos e Limão

 - Chá Preto Earl Grey e Limão 

 - Lúcia Lima, Flor de Laranjeira e Limão

06.Ago.17

Imperial investe em nova unidade

 

A Imperial com 85 anos de vida continua a investir para apostar em novos mercados e novos produtos tendo sempre a inovação e a tecnologia bem presente, com esta aposta a empresa acaba de investir numa nova unidade virada para as exportações. Este investimento de 6 milhões de euros é a terceira unidade do maior fabricante nacional de chocolate, que detem marcas como a Regina, Jubileu, Allegro, Pintarolas e Pantagruel.

As exportações já representam 25% da facturação da empresa que chegou aos 28 milhões de euros em 2016. A nova unidade permitirá uma produção de 3 mil toneladas por ano, com grande enfoque no mercado externo.

O consumo de chocolate em Portugal é baixo quando comparado com a média europeia, no nosso país o consumo de chocolate atinge 1,5 kg per capita, já na Europa este número sobe para 5,2 kg per capita. Em Portugal existe uma enorme margem para que o consumo cresça, no entanto este ainda é um sector marcado pela sazonalidade do consumo, que atinge o seu pico no Natal e na Páscoa, as duas épocas festivas representam cerca de 65% das vendas da Imperial. A aposta em diversificar os mercados de exportação permite assim combater a sazonalidade e produzir com três turnos durante todo o ano. A fábrica da Imperial tem uma enorme flexibilidade produtiva que permite estar sempre a inovar lançando novos produtos.

​A empresa produz alguns produtos específicos para determinados mercados, como são o caso dos produtos com certificação Kosher e Halal.

Curiosidade: Os produtos da Imperial que vamos consumir no Natal já começaram a ser produzidos em Vila do Conde.

 

B.I.

Fundação: 1932

Origem: Vila do Conde

Nº de Colaboradores: 175

Facturação: 28 milhões de euros

 

 

06.Ago.17

A portuguesa Salsa aposta em Espanha para crescer

A Salsa é hoje uma marca global estando presente em mais de 35 países, tem cerca de 1150 colaboradores e teve uma facturação de 200 milhões de euros. Este ano quer abrir mais 11 lojas, apostando principalmente no mercado espanhol onde esperam abrir 8 novas lojas. O nosso país representa 40% das vendas da marca, Espanha é o segundo, no entanto deverá ser o maior mercado da marca já em 2019.

A marca arrancou em 1994, hoje em Vila Nova de Famalição são produzidos 5 mil calças de ganga diariamente. Cerca de 60% da produção é feita em Portugal.

 

O mercado digital tem tido uma forte aposta da marca em 2016 já pesou 8% do total de vendas, para este ano deverá chegar já aos 12%. A Salsa tem actualmente 102 lojas próprias e está presente em 2000 lojas multimarca.

 

fonte: dinheirovivo

05.Ago.17

Marcas Brancas: A sua Origem


 
Existem vários artigos de marca branca de origem nacional que não podemos divulgar o fabricante desses produtos, por questões de confidencialidade, mas na maior parte das vezes é fácil chegar lá.
 
Quanto à questão levantada sobre a não divulgação da origem dos produtos de marca branca por parte dos grandes distribuidores, o que podemos dizer é que mesmo assim a divulgação de origem tem melhorado e muito nos últimos anos. Os hipermercados Jumbo do grupo Auchan aderiu ao "Portugal sou eu" e tem aumentado o número de artigos com essa referência. O Continente tem ainda a indicação "Produto Nacional" e "Clube de Produtores" em alguns dos seus artigos. O Intermarche tem o Programa Origens e divulga o fabricante junto ao código de barras. O Minipreço também divulga o fabricante na maioria dos artigos. O Lidl tem indicado a origem nacional dos seus produtos portugueses. O Pingo Doce não divulga pois o grupo Jeronimo Martins já deu a conhecer que não é intenção do seu grupo de distribuição identificar a origem dos produtos. No entanto seria benefico que o fizesse quanto pois os consumidores estão a exigir isso mesmo e deviam exigir ter mais produtos nacionais nas prateleiras dos hipers e supermercados.


O número de artigos nacionais nas grandes empresas de distribuição, está bem longe do que seria desejável, mas podemos dar um exemplo o Leite da Marca Pingo Doce era quase todo importado e actualmente é praticamente todo nacional, aliás nos últimos meses só temos visto origem: PT (ver elipse).
 
Ainda existe muito a fazer vamos a exemplo concretos os supermercados Pingo Doce (falo dos de dimensão mais pequena) as bolachas de origem nacional são em nº reduzido, podiam muito bem ter mais quantidade de marcas portuguesas como a Vieira de Castro e Dan Cake, para não falar de outras. Portugal é um dos maiores produtores de conservas a nível mundial, porque é que o atum da marca Pingo Doce é Espanhol? No Continente os cereais de pequeno almoço são quase todos estrangeiros podiam ter mais referências nacionais.
 
Os iogurtes da marca Continente eram todos fabricados fora de Portugal, mas actualmente passaram a ser na sua maioria produzidos no nosso país. A importação de iogurtes atingiu os 146 milhões de euros. Se o país tem condições para produzir cá para quê importar esta quantidade enorme? Podiamos enumerar muitos mais casos...

O caminho é longo mas todos juntos podemos fazer com que as marcas e produtos nacionais consigam quebrar barreiras e consigam estar presentes nas prateleiras dos nossos hipers/supermercados.

 

David S, ProduçãoNacionalFazBem

05.Ago.17

Sabia que a França é o maior investidor em Portugal?

 O investimento francês no nosso país vai de vento em poupa, as empresas francesas já são as segundas em criação de postos de trabalho e volume de negócio, ficando apenas atrás dos espanhóis.

Em 2015 foram investidos 8 mil milhões de euros e tudo indica que este forte investimento é para continuar. As filiais francesas são responsáveis por mais de 60 mil postos de trabalho.

​São diversificadas as áreas de investimento francês. Um dos maiores negócios foi na área das telecomunicações, sendo que a MEO é a primeira empresa francesa no top 100 nacional devido à aquisição da PT pela Altice.

Na área da distribuição, os franceses estão presentes com os grupos Intermarché, Auchan e FNAC; o grupo Auchan está no terreno a investir 6 milhões na abertura de lojas de proximidade. Por exemplo, no decorrer deste ano esperam abrir 6 lojas em Lisboa. 

A FNAC  pretende continuar a aumentar o número de lojas em Portugal sendo que o plano de expansão prevê a abertura de mais 5 lojas.

​Outra área de destaque é a indústria automóvel. Ainda este ano, por um lado, teremos a aposta da Faurecia na criação de 400 novos postos de trabalho com um investimento de 41,5 milhões de euros; por outro, a Renault vai investir 100 milhões €, estimando-se a criação de 150 novos postos de trabalho.

O sector dos transportes também foi alvo de um grande investimento francês, com a aquisição da ANA por parte da empresa francesa Vinci.

No sector alimentar, a BEL é dona das marcas portuguesas Terra Nostra e Limiano. Recentemente, foram investidos 10 milhões de euros nos Açores com o programa "Leite de Vacas Felizes" dando origem a um produto diferenciado, uma vez que o leite é colhido diariamente a frio e embalado em menos de 24 horas.

Actualmente, são produzidos 60 mil litros por dia, mas a perspetiva de chegar aos 35 milhões de euros/ano, dependerá da aceitação do consumidor. Para já, os primeiros meses de vendas têm-se revelado um êxito.

Por fim, o sector imobiliário é outra das áreas de negócio em que o peso do investimento francês em Portugal é relevante com uma quota de mercado de cerca de 26%.

 

05.Ago.17

Marcas com História: Benamôr da Nally

O famoso Creme Benamôr teve a sua origem no início do século XX, mais concretamente em 1925, tendo sido seu criador um farmacêutico, o primeiro dono dos laboratórios Nobre que mais tarde viriam a dar lugar à Fábrica Nally. 

Situada anteriormente no Campo Grande em Lisboa, a fábrica foi deslocalizada para o Carregado em 2009 (passando a ocupar as antigas instalações da Knorr) que foi dividida em dois sectores: de um lado está concentrada a produção em escala da Nally, o maior produtor nacional de cosmética liquida para terceiros, ou seja, para marcas próprias de retalho; do outro lado, encontra-se a Benamôr, uma marca de produção artesanal de creme de rosto e mãos da Nally, e cujos valores são a autenticidade, perenidade e qualidade. 

 

O Relançamento

​Com o intuíto de dar novo fôlego à marca, a empresa foi adquirida recentemente por Pierre Stark e Filipe Serzedelo, sendo um dos objectivos a sua internacionalização. 

A oportunidade de negócio surgiu quando Pierre Stark teve contacto com um dos produtos Nally, o creme de mãos Alantoíne com aroma a citronela, e passou a testá-lo em consumidores franceses e ingleses. Rapidamente percebeu que tinha em mãos, no sentido literal do termo, um produto único e magnífico. 

Stark e Serzedelo tornaram-se sócios e durante 3 anos não só definiram toda a estratégia para o relançamento da marca como também ensaiaram o lançamento e internacionalização de novos produtos. 

Em 2016, a Nally facturou 5,5 M€, tendo uma perspectiva elevada de crescimento em cerca de 10% ao ano. Relativamente à Benamôr, actualmente são produzidos 100 mil unidades por ano de produtos que representam 300 mil euros; contudo, a meta é que este valor possa alcançar 1 M€ já em 2019. 

Para atingir este objectivo, a internacionalização vai ser uma das prioridades da marca que pretende focar-se nos mercados espanhol, francês, britânico e alemão; actualmente, encontra-se já presente no designado mercado da saudade (comunidades de emigrantes). 

Outra das estratégias definidas pela Nally passa por comercializar os produtos Benamôr em lojas de referência com as quais se encontram já a decorrer negociações; actualmente já podemos encontrar a presença da marca nas lojas El Corte Inglés e Ludwig Beck (Munique, Alemanha). 

Em Portugal, a marca está disponível para compra em apenas algumas farmácias e drogarias de bairro mas a breve trecho, prevê-se o aumento exponencial de novos pontos de venda. 

 

Gama de Produtos Benamôr

As embalagens mantém-se art déco, o logótipo foi alterado e a gama de produtos passou de 3 para 17: o creme de rosto Benamôr que mantém a sua fórmula original; o creme de mãos Alantoíne; o creme gordo que passou a designar-se por Gordíssimo; novos cremes de mãos e a inclusão de sabonetes. 

Como forma de homenagear Lisboa, a cidade que viu nascer a marca, foi dada o nome de jacarandá a alguns produtos Benamôr.

Para 2017 estão a ser preparados novos lançamentos de produtos, nomeadamente de cremes de corpo, batons hidratantes e protectores solares que irão reforçar a identidade da Benamôr como uma marca de cosmética de referência. 

Pretende-se que o percurso de crescimento da marca seja gradual, cuja aposta primordial é na qualidade dos seus produtos, sendo este um dos seus apanágios.

​Como novidade mais recente, a Benamôr pretende relançar o primeiro protector solar português, o creme Bronzaline, que vem reforçar a tendência de trazer de volta ao mercado produtos de qualidade que deixaram de ser comercializados com o passar dos tempos. 

05.Ago.17

Lusiaves a maior empresa avicola nacional


Origem: Figueira da Foz
Nº de Colaboradores: 2500
Facturação: 390 M€ (2015)
Peso das Exportações: 10% 
Principais Destinos: Espanha, Alemanha, França, Itália, Guiné-Bissau, São Tomé e Princípe. 


A Lusiaves prepara-se para efectuar um dos maiores investimentos dos últimos anos na área agro-alimentar em Portugal.

A empresa portuguesa vai investir 200 M€ até 2022, tendo como objectivo aumentar a capacidade produtiva, apostar na internacionalização, estando a inovação sempre presente. 

O Grupo Lusiaves é constituído por 20 empresas; deste modo, está integralmente envolvido em toda a cadeia do processo produtivo, desde as rações que alimentam as aves até ao produto final. 

Toda a produção é feita em Portugal, algo que a empresa pretende manter com esta nova estratégia para o futuro. 

A exportação é uma das grandes apostas da Lusiaves que actualmente comercializa para o exterior 10% da sua produção, prevendo-se um aumento exponencial nos próximos anos. O sector avícola tem uma margem enorme de crescimento no que diz respeito às exportações, uma vez que o consumo mundial continua a crescer. Entre 2005 e 2015, as exportações cresceram 10 vezes em valor, atingindo 38 M€. Portugal, neste parâmetro, é o 10º maior produtor europeu; inclusive, nesta área, somos auto-suficientes. 

Os próximos anos prometem trazer à Lusiaves a garantia de sucesso, pois a empresa estará focada no desenvolvimento de vários projectos de expansão que vão permitir ao grupo continuar este caminho de crescimento. 

Site da Empresa: www.lusiaves.pt

Por David Silva

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